Exercício físico - Bem estar - Saúde
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quinta-feira, 20 de março de 2014

NÃO É DIETA, É QUALIDADE DE VIDA!

E aí? E a dieta? Não é dieta para emagrecer, é estilo de vida para qualidade de vida! Emagrecer é consequência. A dieta que incorpora no seu dia a dia, novos e bons hábitos alimentares, é menos restritiva e mais saudável. 

Quando é necessá
rio emagrecer, normalmente, é melhor perder de 0,5 a 1 Kg de peso corporal por semana. Por ser menos restritiva, a reeducação alimentar é mais bem tolerada, com isso, a pessoa consegue segui-la por mais tempo, além de conseguir manter o peso perdido por longo prazo.

Outro objetivo legal dessa dieta menos severa é que essa perda de peso representa mais a perda de gorduras armazenadas no nosso corpo e ainda preserva nossa massa muscular, o que preserva também o metabolismo em repouso. E já que a massa muscular é a maior consumidora de energia quando estamos em repouso, exercícios resistidos, como a musculação, são importantes, SIM, num programa de treinamento para emagrecimento.

Devemos SIM, ter um planejamento alimentar saudável de baixa calorias - baixo em gorduras e em açúcares simples, porém completo em seu conteúdo nutritivo (proteínas, vitaminas, minerais e fibras). Pois, perda de peso saudável não é somente dieta restritiva ou programa de emagrecimento. É sobre ter um estilo de vida que inclui mudanças ao longo da vida nos hábitos diários, na alimentação e atividade física regular.
Bons treinos! Saúde!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

EMAGRECER E CONTINUAR MAGRA - Manter o peso perdido


Para emagrecer, é necessário que o GASTO calórico seja maior que o CONSUMO calórico diário, o que nos faz pensar que uma simples redução na quantidade de comida com uma dieta seja suficiente. No entanto, isso não é aplicável. 

Estudos mostram que o melhor é a mudança no estilo de vida, com aumento na quantidade de atividade física diária, reeducação alimentar e  exercícios físicos.

Vou dar uma pincelada de como isso acontece, mas entendam, não existe fórmula mágica e muitas vezes, nem matemática! Isto por que a obesidade é multifatorial, ou seja, tem influência de diversos fatores como os genéticos, os fisiológicos e os metabólicos, no entanto, esse crescente aumento do número de indivíduos obesos está mais relacionado ao ambiente obesogênico (com excesso de oferta de alimentos ricos em carboidratos e gorduras e o mínimo de atividade física).

ASSIM, AUMENTE A ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA: SUBA ESCADAS; CAMINHE ATÉ O TRABALHO, À PADARIA, ETC.; SAIA PARA DANÇAR, ANDAR A TOA... 



O EXERCÍCIO FÍSICO ACELERA O METABOLISMO

Pode aumentar o GASTO CALÓRICO  durante o exercício e em até 48 hs pós-treino.

É importante a inclusão de exercícios AERÓBIOS E RESISTIDOS (ex: MUSCULAÇÃO) em programas de redução de peso por que:

EXERCÍCIOS AERÓBIOS PODEM AUMENTAR O GASTO CALÓRICO DIÁRIO EM ATÉ 10 X QUE SEUS VALORES EM REPOUSO!

Humm... consequentemente, aumentar a ingestão de alimentos, o tamanho do prato!

EXERCÍCIOS RESISTIDOS AUMENTAM A MASSA MUSCULAR E MÚSCULOS GASTAM MUITAS CALORIAS! Cada quilo de músculo queima entre 110-220 calorias por dia só por existir (Repouso), enquanto cada meio quilo de gordura consome apenas 1-3 calorias
Dieta sem exercício?

Quando fazemos uma dieta muito restrita em calorias ou em macronutriente, perdemos bastante peso no início, não é? 
Mas junto com a gordura perdemos também massa muscular. O que acontece?

Faz com que a perda de peso “estacione” ou que comece a perder pouco peso, mesmo com a continuidade desta dieta.
E aí, tendência de retorno ao peso inicial! Famoso "efeito sanfona"!

DIETA + EXERCÍCIO FÍSICO = PERDA DE PESO DE GORDURA E MANUTENÇÃO DO PESO PERDIDO À LONGO PRAZO!



  • A combinação dieta e exercícios é mais eficaz na manutenção do peso de gordura perdido a longo prazo e se voltar a ganhar, será menor de gordura na região intra-abdominal (visceral).


  • Dietas menos restritivas e mais saudáveis são mais fáceis de manter a longo prazo. Não é dieta, é hábito alimentar saudável!


  • Outro objetivo de uma dieta mais saudável e menos severa e restritiva combinada com exercícios resistidos (ex: musculação) é que a perda de peso corporal representa mais a perda de massa gordurosa preservando a massa magra.



Referência 

GARY, R.; HUNTER e colaboradores. Exercise training prevents regainof visceral fat for 1-yearfollowingweightlossObesity (Silver Spring); 2010, 18(4): 690–695. doi:10.1038/oby.2009.316.

Fotos: Google

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Arroz integral diminui gordura intra abdominal


90 gramas ou 4 colheres de sopa bem cheias de arroz integral todos os dias. Essa é a medida recomendada pelos especialistas para reduzir a gordura abdominal e até males como o câncer de mama.

O arroz integral é fonte de inesgotáveis benefícios, que vão do controle do diabete à redução da gordura abdominal. Essa é a conclusão de uma pesquisa feita por nutricionistas da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, que analisaram a dieta de 2.800 pessoas. Entre elas, as que consumiam três ou mais porções de cereais integrais diariamente — e não abusavam dos refinados — tinham até 10% menos gordura visceral, aquela que se deposita ao redor dos órgãos como pâncreas, intestino e fígado que é considerada uma das maiores causas de diabetes 2 e outros fatores de risco cardiovascular.

Benefícios

O arroz integral é rico em fibras, proteínas, minerais e vitaminas do complexo B. Os nutrientes concentrados em sua película e gérmen conferem mais vantagem do que o arroz processado. Ele pode ajudar no emagrecimento, pois pode auxiliar na sensação de saciedade, redução do colesterol, da glicose sanguínea, da ansiedade e da depressão. Claro que em excesso o arroz integral engorda, ele deve vir acompanhado de uma dieta equilibrada e saudável!

Ao reduzir um pouco essa gordura (e claro, diminuir o abdome!) o coração é beneficiado: células gordurosas significam menos riscos cardiovasculares como aterosclerose. Sem contar que, nos últimos anos, a ciência provou que a distribuição da gordura no corpo é importante para determinar o risco cardiovascular (veja postagem Você está acima do peso? IMC e medida da cintura”).

Como essa “casquinha” consegue resultados tão surpreendentes?

A resposta está no seu teor de fibras. Quanto maior seu valor de fibras, menor é a quantidade de glicose (açúcar) e lipídios (gorduras) absorvidos. Esses fatores são importantes para evitar a deposição de gordura intra-abdominal. É que as fibras formam uma espécie de goma quando entram em contato com a água e, assim, tornam a digestão mais lenta. E assim, os carboidratos (açúcares) dos alimentos, convertidos em glicose, são absorvidos aos poucos e vão sendo utilizados para produção de energia, digamos, proporcionalmente.


Informação adicional da figura:
O excesso de glicose (carboidratos) aumentaria a produção de insulina, hormônio responsável por induzir a captação da glicose para dentro das células. Só que, em excesso, a insulina tem o efeito de estimular a produção e o armazenamento da gordura no fígado e nos adipócitos (células que armazenam gordura), através da enzima lípase lipoproteica (LPL).  O excesso de glicose no fígado é convertido em gordura (ácidos graxos) e transferido através do sangue para o adipócito. Além disso, o excesso de insulina inibe a enzima lípase hormônio sensível (LHS) responsável por induzir o aumento da oxidação (queima) das gorduras. (veja resumo na figura)

Quem come arroz integral diariamente costuma se alimentar de maneira mais saudável em todas as refeições — a lenta absorção da glicose evita picos de fome! E aí o corpo agradece com todas as suas forças.

No arroz integral também é encontrada a metionina, um aminoácido essencial que evita a queda dos cabelos e hidrata pele e unhas.  E mais, a metionina é precursora de um neurotransmissor, a serotonina. Essa substância é uma espécie de antidepressivo natural. O aminoácido ainda auxilia na redução do colesterol e afasta a fadiga crônica.

Com tantos benefícios, está na hora desse alimento se transformar em um hábito alimentar. O correto é substituir o branco e incluir o integral aos poucos. Bom apetite!