Exercício físico - Bem estar - Saúde
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

EXERCÍCIOS FÍSICOS! MUITO ALÉM DA ESTÉTICA.


Mais uma razão para começar a fazer exercício em qualquer idade. As mais recentes descobertas indicam que a prática regular de atividade física ajuda a pensar com mais clareza, melhora a memória, a concentração e proporciona um grande ganho na aprendizagem em crianças e adultos de todas as idades. Essas conclusões são de uma ampla revisão de pesquisas divulgada nos Estados Unidos por uma das mais renomadas cientista no campo da neurogênese, Henriette van Praag (Ph.D), do Laboratório de Neurociências do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. O trabalho foi publicado pela revista “Current Topics in Behavioral Neurosciences” (2013).

Bem, há pelo menos um fato que todos os antropólogos concordam: Há milhões de anos, a gente se movimentava, e muito! De 10 a 20 km por dia pra homens e cerca da metade para as mulheres. E mais, correr e subir em árvores o mais rápido possível , era essencial pra fugir de predadores. Portanto, nosso cérebro refinado não se desenvolveu enquanto descansávamos e sim, enquanto nos exercitávamos!

As relações entre exercícios e cérebro estão no centro das atenções da neurociência por seus benefícios imediatos e futuros na vida de milhares de pessoas.

Cientistas comprovaram, por exemplo, que as vantagens começam com a elevação dos níveis de oxigenação e do fluxo sanguíneo no corpo como um todo. Por si só, essa mudança já melhora o funcionamento da memória e da concentração e previne o acidente vascular cerebral. Além dos demais exercícios, era por gostar que corria ou caminhava, longo e contínuo, 1 ou 2 x na semana... Como terapia, para arejar a mente, ficar mais disposta e concentrada. Veja outros relatos,



Crianças também podem vir a se beneficiar intelectualmente do exercício físico. 

Além de favorecer funções como memória e aprendizagem, achados sugerem que fazer exercícios desde cedo ajuda a construir uma reserva neural que protege, inclusive, contra desordens cerebrais. A descoberta atual de um gene está associando atividade física ao tratamento de condições como depressão, a ansiedade, o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDHA). Essas aplicações estão sendo estudadas em centros como o Instituto Karolinska, na Suécia.
  
O neuropsiquiatra John Ratey, da Universidade de Harvard, registrou sua experiência com alunos da Naperville Central High School, situada em um distrito de Chicago e outros estudos sobre a relação entre cérebro e exercício físico no livro “Corpo Ativo, Mente Desperta”.

Diante dessa nova abordagem, escolas brasileiras já estão começando a rever a pauta das suas aulas de educação física. No Colégio Ítaca, na zona oeste de São Paulo, o currículo de educação física foi reelaborado. 

Mas, como educadora, professora de educação física, afirmo, há de se ter cuidado. Este não é o principal objetivo da educação física escolar. O esporte, os jogos e as brincadeiras, são atividades físicas essenciais para a criança e o adolescente por visar competências, capacidades e habilidades, associadas às dimensões afetivas, sociais, psicomotoras, e internalizar valores. Além disso, a obesidade já é uma epidemia, e estudos afirmam que, a grande maioria das crianças ativas serão adultos ativos. Mas, o essencial para criança é BRINCAR!

Muitos estudos ainda são necessários para determinar, por exemplo, como surgem e por quanto tempo persistem as alterações induzidas pelo exercício. Mas, os primeiros efeitos já podem ser sentidos após uma semana. 


À luz dessas descobertas, o sedentarismo torna-se um fator de risco ainda mais perigoso!





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