Não é treinamento para ter vida ativa quando
envelhecer! É para ser ativo agora! É fazer um treino diário que te deixe
disposta, feliz, saudável e bonita, hoje!
Então, por que o entra e sai da
academia, o começa e desiste do treinamento, da caminhada, da musculação? E pior,
e quando desiste de vez achando que praticar exercícios é muito difícil, muito cansativo,
um pé no s.!
E os responsáveis, muitas vezes, somos nós, educadores físicos! Que cuidados devemos ter nas prescrições de
exercícios? E o que vocês, alunos, devem exigir ao procurar orientação de treinamento?
Para a elaboração de um programa de treinamento devemos
considerar os objetivos do aluno-cliente, mas que
respeite também suas intolerâncias e eventuais limitações. Desta forma, é nosso
dever avaliar e definir parâmetros, e de vocês exigirem seus direitos.
Primeiro devemos definir os objetivos com as
respectivas prioridades do aluno, por exemplo: perder peso, ganhar massa muscular,
melhorar o condicionamento físico, etc. Após a avaliação física inicial é que chegamos ao senso comum de como começar, então, planejamento, periodização, etc. A reavaliação constante é muito importante para comparar
resultados para futuros planejamentos e também provocar novos incentivos.
No quesito intensidade, os cuidados a serem
respeitados dizem respeito a uma avaliação de dois grandes componentes:
- Sistema Cardiovascular: Qualquer
critério para prescrição de intensidade deve ajustar um nível de tolerância
determinado a partir de um diagnóstico da aptidão cardiorrespiratória.
- Aparelho Locomotor: Você deve ser capaz de tolerar adequadamente
a sobrecarga proposta. Assim, qualquer limitação muscular ou articular deve ser
respeitada para evitar provocar uma lesão ou agravar um problema já existente.
Muitas vezes, uma avaliação menos criteriosa pode
subestimar a pessoa, limitando-a de alcançar melhores resultados e benefícios.
Quando se fala em exercícios, o mais importante é
que pratique alguma atividade que se adapte ao estilo de vida e que
seja do agrado do aluno, mas sem moleza! Caso contrário, são muitas as chances de interrupções e
desistência.
Mas, muitas vezes, precisamos mesmo é mudar o foco do pensamento
preguiçoso, por exemplo, lembrar o quanto se sente bem após um treino desafiante, intenso.
Os exercícios melhoram a sensação de
bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão por liberarem a
serotonina (hormônio conhecido como “molécula da felicidade”).
Melhora todos os riscos cardiovasculares como
hipertensão, diabetes, dislipidemia, obesidade, entre outros.
E mais, melhora o humor e autoestima, emagrece
(reduz gordura corporal), aumenta massa muscular, “define” o corpo, melhora a
imunidade, retarda o envelhecimento.
Bons
treinos! Beijos!
REFERÊNCIAS:
Haskell, WL, Lee, IM.,
Pate, RR, Powell, KE, Blair, SN, Franklin, BA, ... Bauman, A. (2007).
Atividade física e saúde pública: recomendação Atualizado para adultos do
American College of Sports Medicine e da American Heart Association Medicina e
Ciência em Esportes e Exercícios, 39. (8), 1423-1434. DOI: 10.1249/mss.0b013e3180616b27
cdc.gov - Centers for
Disease Control and Prevention
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