Exercício físico - Bem estar - Saúde

quarta-feira, 4 de junho de 2014

TREINE E SEJA FELIZ!

Não é treinamento para ter vida ativa quando envelhecer! É para ser ativo agora! É fazer um treino diário que te deixe disposta, feliz, saudável e bonita, hoje! 
Então, por que o entra e sai da academia, o começa e desiste do treinamento, da caminhada, da musculação? E pior, e quando desiste de vez achando que praticar exercícios é muito difícil, muito cansativo, um pé no s.! 
E os responsáveis, muitas vezes, somos nós, educadores físicos! Que cuidados devemos ter nas prescrições de exercícios? E o que vocês, alunos, devem exigir ao procurar orientação de treinamento? 

Para a elaboração de um programa de treinamento devemos considerar os objetivos do aluno-cliente, mas que respeite também suas intolerâncias e eventuais limitações. Desta forma, é nosso dever avaliar e definir parâmetros, e de vocês exigirem seus direitos.

Primeiro devemos definir os objetivos com as respectivas prioridades do aluno, por exemplo: perder peso, ganhar massa muscular, melhorar o condicionamento físico, etc. Após a avaliação física inicial é que chegamos ao senso comum de como começar, então, planejamento, periodização, etc. A reavaliação constante é muito importante para comparar resultados para futuros planejamentos e também provocar novos incentivos.


No quesito intensidade, os cuidados a serem respeitados dizem respeito a uma avaliação de dois grandes componentes:

- Sistema Cardiovascular: Qualquer critério para prescrição de intensidade deve ajustar um nível de tolerância determinado a partir de um diagnóstico da aptidão cardiorrespiratória.

- Aparelho Locomotor: Você deve ser capaz de tolerar adequadamente a sobrecarga proposta. Assim, qualquer limitação muscular ou articular deve ser respeitada para evitar provocar uma lesão ou agravar um problema já existente.

Muitas vezes, uma avaliação menos criteriosa pode subestimar a pessoa, limitando-a de alcançar melhores resultados e benefícios. 


Quando se fala em exercícios, o mais importante é que pratique alguma atividade que se adapte ao estilo de vida e que seja do agrado do aluno, mas sem moleza! Caso contrário, são muitas as chances de interrupções e desistência.

Mas, muitas vezes, precisamos mesmo é mudar o foco do pensamento preguiçoso, por exemplo, lembrar o quanto se sente bem após um treino desafiante, intenso. 

Os exercícios melhoram a sensação de bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão por liberarem a serotonina (hormônio conhecido como “molécula da felicidade”). 

Melhora todos os riscos cardiovasculares como hipertensão, diabetes, dislipidemia, obesidade, entre outros.

E mais, melhora o humor e autoestima, emagrece (reduz gordura corporal), aumenta massa muscular, “define” o corpo, melhora a imunidade, retarda o envelhecimento. 



Bons treinos! Beijos!



REFERÊNCIAS:

Haskell, WL, Lee, IM., Pate, RR, Powell, KE, Blair, SN, Franklin, BA, ... Bauman, A. (2007). Atividade física e saúde pública: recomendação Atualizado para adultos do American College of Sports Medicine e da American Heart Association Medicina e Ciência em Esportes e Exercícios, 39. (8), 1423-1434. DOI: 10.1249/mss.0b013e3180616b27

cdc.gov - Centers for Disease Control and Prevention


Drturibiobarros.com.br

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